Especial Brian De Palma: Bruce Springsteen

Nesta terça-feira, 23 de Setembro de 2008, o famoso cantor americano Bruce Springsteen completa 59 anos de idade. Famoso pelos cinéfilos pelas músicas que compõem as trilhas-sonoras de grandes sucessos do cinema, Springsteen teve a sua “Streets Of Philadelphia”, canção tema de “Filadélfia”, lembrada pelo Oscar, Globo de Ouro e o Grammy.
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Mas esta não é a canção predileta deste cinéfilo. “Dancing in the Dark”, um dos maiores sucessos de Bruce Springsteen e que marcou a geração que viveu a década de 1980 teve o seu videoclipe dirigido por ninguém menos que Brian De Palma. Só não espere que as artimanhas do diretor nos cinemas sejam também aplicados ao clipe, que se concentra mais na vibração contagiante de Springsteen no palco seguindo um padrão ao vivo. Mas vale o aviso ao não informados: Courtney Cox, a inesquecível Monica de “Friends”, aparece com grande destaque como fã do cantor. Até no mundo da música De Palma já trabalhava com novatos que são grandes talentos de hoje.



Obs.: Segundo o nosso amigo blogueiro Bruno, não é possível assistir ao clipe aqui publicado. Por ser um problema vindo do próprio Youtube, clique aqui para ser direcionado à página e conferir ao vídeo.

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22 Respostas para “Especial Brian De Palma: Bruce Springsteen

  1. Alex, eu assisti a este clipe há um bom tempo, num programa do E!, que mostrava como alguns nomes famosos de Hollywood começaram na vida artística. Eles falaram da Courteney Cox Arquette, mas se esqueceram de mencionar que o clipe tinha sido dirigido por Brian de Palma. Eu nunca que sabia disso!

  2. Kamila, que bom que este destaque no especial tenha trago uma informação que você desconhecia, mas acredito que são poucos os que sabiam que De Palma teve uma única experiência na direção de videoclipes.

  3. Eu tenho essa música porque tu me mandou!!!Toca direto no Ipod!

    E Pesadelos e Paisagens é uma das experiências mais frustradas do King. Mesmo assim, é quase uma obra-prima da literatura de terror. Abraço, Alex!

  4. Pedro, viu só como às vezes posso ser legal? :P

    E só li a introdução de “Pesadelos e Paisagens Noturnas”. Vamos ver se no final de semana consigo um tempo livre. Abraço.

  5. Essa eu não conhecia, mas gosto do Bruce Springsteen. Ah, não sei se já comentei, mas o visual novo do blog está ótimo, especialmente da disposição dos elementos na lateral – como “A Bela da Tarde”, “Ouvindo Excessivamente”, etc.

  6. Alex,
    para mim, é muito difícil escolher “a” canção do Springsteen que eu goste mais. Entre os homens, ele é meu ídolo internacional. Na Jukebox do Demas, tem uma balada dele que eu gosto muito chamada “Tougher than the rest”. A versão que eu mais gosto é a da turnê do disco “>Tunnel of Love”. Não sei porquê, mas não tem como copiá-la no blog: mas você pode vê-la diretamente no YouTube (é a primeira opção que aparece quando você joga o título da canção. Mas tem muito mais coisa boa dele. Para ficar com apenas algumas, cito “Born to run”, “Thunder Road”, “The river”, “Secret garden”, “Born in the USA”, “I wish I were blind”, “Devils & dust”, “The ghost of Tom Joad”, “Human touch”, “Man’s job”, “Radio Nowhere”, “Magic”, “Girls in their summer clothes”, “Into the fire”, “Nothing man”, “Empty sky”, “Further on (up the road)”, “Fire”, “Growin’ up”, “Because the night” e “I’m on fire”. Ouça qualquer uma dessas e me diga o que achou. Bruce is the boss, Bruce é o cara. Abração

  7. Hehehe, qnta homenagem ao De Palma, até com o aniversário do Springsteen o diretor está sendo lembrado. Parabéns pelo especial!

    Quanto ao seu diretor predileto, acho que é incontestável o talento dele. Tem um currículo fantástico tb. Mas, pra ser sincero, se eu tivesse que fazer uma lista top 5 diretor, ele não entraria nos meus preferidos. Tem outros que me agradam mais.

    E quanto ao Springsteen, tb curto o som dele, não chego a ser fã nem nada, mas sempre que vejo um show dele ou ouço uma de suas músicas fico agradado. “Dancing in the Dark” é uma das minhas preferidas!

    Abraço!

    Ps: o vídeo que vc postou dele não está funcionando mais.

  8. Muitos bons diretores já se arriscaram no videoclipe. Porém, na décade de 80 era preciso mesmo tirar leite de pedra…

    Mas Bruce Springsteen, na minha opinião, é um embuste. Imortalizou aquela Telecaster, mais por ser o protótipo do ufanista estadunidense do que pela aptidão à música.

    Abs!

  9. • Vinícius, fico feliz por você ter gostado do novo visual e dos elementos da barra lateral, que ninguém deve ter notado, rs.

    • Demas, curtia Bruce Springsteen há muito tempo atrás, pois atualmente estou me concentrando mais em trilhas instrumentais. Assim, muitas canções dele já foram “deletadas” da minha memória com o passar dos anos, mas o seu comentário me servirá como lembrete para matar saudade dos velhos tempos. No entanto, “Dancing in the Dark” é um raro exemplo de música que não sai da minha cabeça de forma alguma. Abraço! Ah, e depois visito o seu Jukebox!

    • Cassiano, verdade!

    • Bruno, esta postagem iria ser publicada na semana passada, mas preferi aguardar pelo aniversário do Bruce para este destaque dele e do Brian De Palma. E o importante é que de alguma forma você gosta do cinema do diretor, Bruno. E obrigado pelo alerta do vídeo (relacionei uma observação) e pelos parabéns. Espero estar satisfazendo os visitantes com os textos que em breve cessarão. Abraços!

    • Dudu, não tenho uma mesma opinião sobre o Bruce. E eu sempre paguei um pau por aquela guitarra, rs. Abraços!

  10. esse som foi, por coincidencia, o 1o q eu conheci do bruce, e tb nunca mais me saiu da cabeça, embora hj já ame mtos outros sons deles, como human touch, etc
    podia tb fazer um especial videoclipes do David Lynch, outro diretor q eu curto q adooora flertar com clipes e/ou comerciais

  11. Luan, nunca fui muito fã do Bruce Springsteen, embora eu goste muito de suas músicas. Mas “Dancing in the Dark” eu sempre gostei desde pirralho. Mas não era desde aqueles tempos que eu fiquei sabendo da presença do Brian De Palma como diretor desse vídeo. E David Lynch é um cineasta que em breve pretendo mencionar aqui no blog em uma espécie de especial.

  12. Poisé, Lynch e Kubrick formam a minha triade de diretores preferidos. vai ser mto bom

    haha, o bruce hj tá um tédio mesmo, mas ele me emociona as vezes ainda. dancing in the dark tem aquele instrumental simples e letra q cativa

  13. Luan, não tenho lá um grupo muito grande de diretores prediletos. Além do De Palma, gosto muito do Tarantino, do Alejandro Amenábar, Woody Allen e Nick Cassavetes (filho do John Cassavetes e da Gena Howlands). E a música do Bruce para “O Lutador” é algo de outro mundo!

  14. claro, tds esses diretores são bons. e creio q Tesis-morte ao vivo é hiper subestimado tb. põe nessa tua lista ae
    simplesmente esse filme me apavorou. eu pensei, putamerda , o cara deve ter visto Um tiro na noite . e depois desse filme nunca mais vi a minha faculdade inteira com os mesmos olhos

    O Lutador todo eu achei mto bom.Mickey Rourke merecia o Oscar,ele tava eletrizante, mas o som acertadamente ganhou o Globo.(mas Oscar pra mim nem é mais nda importante. virei os olhos só pro festival de Cannes agora) ‘nothing man’ é uma baladinha de chorar tb. é dos ultimos discos do bruce

  15. Luan, “Tesis” é mesmo um filme bem subestimado. É o que mais se aprofundou na abordagem dos snuff-movies e poucos são aqueles que o usam como referência. E eu não conferi todas as interpretações masculinas da última edição do Oscar, mas gostei demais do desempenho de Mickey Rourke, embora eu não tenha curtido certos lances do roteiro (acho que ele procura se espelhar demais na persona real do ator). E eu preciso ouvir mais músicas do Bruce Springsteen…

  16. Ouça o Bruce, sabe q faz bem pra alma?
    e tesis é mais adulto, o contrario de cannibal, q parece a gente tem estomago rpa ver qdo se tem uns 15 anos. depois tu quer algo como tesis, mais envolvente e menos carnificina. esse filme dá mto suporte, ele te ambienta bem.
    já da persona do Mickey. ele poderia ter mesclado um james dean e um brando. e foi mais rocky q touro indomavel. ;S é, ele seguiu uma tendencia. pois os ultimos Oscares , qm ganhou: atores q interpretaram personalidades. ele podia ter reunido mais personalidades nessa interpretaçao.

  17. Luan, verdade esse reconhecimento da Academia diante de interpretaçows masculinas que tem como base um personagem real e fictício. Mas esse seu conceito enquanto ao desempenho de Mickey Rourke me pareceu estranho.

  18. olha só. trilha sonora do rocky: eye of the tiger(mesmo tipo de som q curte o ‘the ram’). rocky tb já teve que retornar à carreira e superar o passado, eqto o jake lamotta enfrentava o aquele momento. qto a dean e brando, ora, mickey rourke tb tinha aquele mesmo apelo de badboy entre as garotas…

  19. e pra mim, era o momento exato dele fazer uma puta homenagem a esses 2 grandes atores, em vez de ficar só no seu ego na tal interpretaçao autobiografica

  20. Luan, pensava que você mencionava o personagem do Rourke e não o seu desempenho. Mas ainda acho equivocado botar Dean e Brando onde não se deve. Sem dizer que Mickey Rourke está longe de ter charme para se inspirar nestas duas figuras, rs.

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